Filhos adultos: convivendo com as diferenças

Filhos
13.maio.2014

Quando hoje em dia  nossos filhos  finalmente entram na vida adulta,  já sofreram tantas influências da mídia e das inovações tecnológicas que, ou aproveitamos para aprender também, ou nos afastamos de vez… Exagero??

Estando próximas emocionalmente de seus filhos a vida inteira, com frequência mães podem ser mais rápidas para  acompanhar as novidades tecnológicas do que certos pais. Exercendo seus papeis tradicionais, alguns pais podem estar mais ocupados com outras questões. Podem assim, mostrar-se relutantes em acatar a nova posição, de alunos de seus filhos. Muitas mães se interessam e aderem facilmente a computadores, Ipads , Smartfones e suas novas formas de comunicação, para possibilitar a aproximação com os filhos. Enquanto isso, certos  pais dizem considerar tudo  isso “bobagem” ou “desnecessário”. Só não afirmam oficialmente que acham complicado assimilar tantas novas formas de comunicação. Dão a impressão de não se interessarem, mas muitas vezes só não tem a humildade e a paciência necessárias, para aprender a partir dos filhos crescidos.

Para ter um bom relacionamento com filhos adultos, é essencial estar preparado para adotar uma postura não competitiva,  abrindo mão de ter a última palavra a respeito de tudo. Empatizar, apreciar com otimismo as novas ideias, ser flexível , ao invés de julgar e desencorajá-los com pessimismo. Por outro lado, levar uma vida plena e cheia de atividades, ter amigos e projetos, manter seus próprios interesses vivos e até mesmo aumentá-los, são as alternativas que irão manter os mais velhos satisfeitos com sua existência.

É preciso ter a noção de que o trabalho de educar, ensinar e transmitir valores já foi feito. Agora, é tempo de curtir estar com essas “versões mais novas” de nós mesmos, edições “revistas e ampliadas”, com suas interessantes características próprias.

 

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Este texto é uma continuação da série “Filhos Adultos“. Confira o primeiro texto da série “Filhos adultos: como conviver?” e a continuação deste “Filhos adultos: Conviver sim, invadir, não!”

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